Desafio futurista

Hoje ao abrir o email deparei-me com um desafio futurista que achei bastante interessante e decidi partilhar convosco. O desafio é escrever uma carta a nós próprios numa plataforma online e daqui a um ano iremos recebê-la. Poderão encontrar essa plataforma aqui. Achei uma ideia engraçada! Por natureza esquecemo-nos de coisas muito simples como aquilo que desejámos, no início do ano.

Nada é por acaso e esta ideia veio mesmo a calhar. O post de ontem aqui no blog foi sobre as intenções que quero ver realizadas em 2018 e este email apareceu-me hoje para as registar e daqui a um ano verificar se elas se concretizaram. Esta ideia foi-me enviada pela Sara Varino, conheci-a quando fiz um workshop de maquilhagem, ela é psicóloga e coach, podem visitar o seu site aqui.

Isto faz-me pensar que muitas vezes chegamos ao final do ano e não cumprimos nada daquilo que prometemos a nós mesmos. É muito fácil falar, no entanto depois os dias são controlados pela rotina e mal damos conta, passou outro ano e aqueles desejos que tanto queríamos ver realizados ficaram para trás. Acabei de escrever tudo numa folha mais bonita e coloquei-a bem à frente dos meus olhos, para não me esquecer! Quando escrevo num papel determinadas coisas é como se o meu compromisso se tornasse maior e mais sério.

Se eu olhar agora para o ano que passou, percebo como tive dificuldade em concretizar determinadas coisas que gostava que acontecessem, talvez porque fui teimosa em algumas situações e fui empurrando outras. Até que cheguei aos últimos meses do ano e tive mesmo a sensação de que ou era naquela altura ou havia situações na minha vida que iam desaparecer de vez. Estou feliz por ter conseguido fazer as escolhas que fiz, mas para as fazer também fui um pouco “esmagada” pelas situações em que a vida me colocou.

Poderia estar aqui algum tempo a verificar todas as situações do ano em que a meu ver estive menos bem, no entanto, acho que não vale a pena recriminar-me. Posso olhar para elas e simplesmente aprender e tentar fazer diferente. Não adianta culpar-me ou penalizar-me por ser teimosa, medrosa ou outras coisas terminadas em “osa”! Neste novo ano, gostava de deixar as coisas fluírem e não ter medo de entrar pelas portas que se vão abrindo na vida, mesmo que do outro lado esteja escuro e eu não saiba o que lá vou encontrar.

Para vocês verem como nada é por acaso, à tarde ligou-me a Patrícia, uma amiga que conheci na Republica Dominicana. A nossa conversa foi exatamente sobre o que pretendia escrever hoje. Acho que foi mais um sinal para eu não me esquecer de escrever! Não fosse eu ficar preguiçosa e deixar para amanhã!!

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